precisamos que aconteça alguma tragédia pra voltar à realidade? no meu caso sim, fui arrogante, ao ponto de chegar aonde eu cheguei e imaginar "isso não acontece comigo". como naquele filme Click que o Adam Sandler atua, e por sinal muito bem. você vai levando as coisas imaginando que um dia pode ir voltar atrás, que quando quiser vai dar um rumo na vida e que as coisas vão melhorar, mas não é bem assim que funciona.
a minha vontade é de poder voltar no tempo, mas isso não é possível, tenho que reerguer a cabeça, ser homem o suficiente (como fingia que era dizendo que estava tudo certo) e assumir a culpa, assumir que poderia ser diferente. a grande regra do "SE": se eu não pensasse que iria dar nisso, se eu fizesse tudo diferente etc. to aqui escrevendo esse texto e tirando das cinzas esse blog porque eu preciso me lembrar que pensei em tudo isso e que estou disposto a fazer tudo diferente.
isso não é promessa, é simplesmente uma mudança no jeito de pensar e ver a vida, ver que fiz tão pouco, que se acontecer algo, nem lembrado posso ser.. e eu quero ser, e eu vou ser. não posso deixar só nas palavras. tenho princípios também (só faltam serem lembrados), metas a ser alcançadas, só esqueci que a vida é muito curta e que o arrependimento pode ser maior.
espero também que sejam maduros suficientes a ponto de terem consciência no que irão comentar.
"Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma
para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as
mais belas sementes no terreno de sua inteligência." (Augusto Cury)
segunda-feira, 4 de junho de 2012
vida nova?
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
baile das máscaras
nada do que uma boa conversa com pessoas que realmente valem a pena conversar para tirar proveito de algo, né? pois é, depois de muita conversa jogada fora chegou um momento em que começamos a falar do que as pessoas são hoje, ou na verdade, fingem ser.
nós, sociedade, chegamos a um ponto em que não adianta nada você ter a sua própria personalidade, você ser/mostrar aquilo que é, até porque, se você for contra o que as pessoas são, pelo menos a maioria, você vai ser excluído, dizimado por eles.. ou seja, você vende uma imagem, mostra ter dinheiro, finge ser sociável, acaba dando uma de político que quer algo em troca, ou seja, finge uma vida, e eu não posso chamar isso de vida sendo que não existe felicidade, mas afinal, o que é felicidade?
o que definir de felicidade? claro que vale de pessoa para pessoa, mas eu não acho justo classificar uma vida levada com mentiras como uma felicidade, alimentando uma coisa superficial. então, cheguei a um ponto de sair e pensar, quem aqui está jogando? quem aqui realmente está mostrando quem é? tenho medo da onde isso pode chegar, não vou ser hipócrita, todos nós nos vendemos seja qual a ocasião só pra ter algum bem a favor, mas viver assim é um problema.. não tenho mais estômago pra ver tudo isso sem falar nada.
esse é um assunto que realmente mexeu comigo, acho que pelo motivo de perder as forças e falar: não tem nada o que fazer, afinal.. isso é o mundo real, isso é um jogo, isso é o capitalismo.
vou terminar com uma frase essencial que foi o que gerou toda essa merda de texto que escrevi.. afinal, quem é você nessa porra de baile das máscaras?
nós, sociedade, chegamos a um ponto em que não adianta nada você ter a sua própria personalidade, você ser/mostrar aquilo que é, até porque, se você for contra o que as pessoas são, pelo menos a maioria, você vai ser excluído, dizimado por eles.. ou seja, você vende uma imagem, mostra ter dinheiro, finge ser sociável, acaba dando uma de político que quer algo em troca, ou seja, finge uma vida, e eu não posso chamar isso de vida sendo que não existe felicidade, mas afinal, o que é felicidade?
o que definir de felicidade? claro que vale de pessoa para pessoa, mas eu não acho justo classificar uma vida levada com mentiras como uma felicidade, alimentando uma coisa superficial. então, cheguei a um ponto de sair e pensar, quem aqui está jogando? quem aqui realmente está mostrando quem é? tenho medo da onde isso pode chegar, não vou ser hipócrita, todos nós nos vendemos seja qual a ocasião só pra ter algum bem a favor, mas viver assim é um problema.. não tenho mais estômago pra ver tudo isso sem falar nada.
esse é um assunto que realmente mexeu comigo, acho que pelo motivo de perder as forças e falar: não tem nada o que fazer, afinal.. isso é o mundo real, isso é um jogo, isso é o capitalismo.
vou terminar com uma frase essencial que foi o que gerou toda essa merda de texto que escrevi.. afinal, quem é você nessa porra de baile das máscaras?
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3:38 AM
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
já era.
um mês sem postar e muita coisa para contar, comentar.. sem querer ainda vivo no passado, olho para trás, coisa que não deveria mas é inevitável. não que tudo o que eu passei foi uma merda ou coisas para se deletar da memória, na verdade, teve seus momentos bons.. mas o que acontece hoje é uma coisa muito diferente de antigamente, e eu lembro do passado como se fosse ontem pra tentar lembrar o que aconteceu que eu não vi diante dos meus olhos.
enfim, nesse mês várias coisas me surpreenderam, pessoas que eu acreditava e confiava e que agora estão fazendo bosta pela vida ( e eu sinto que depois vai rolar desculpas e lágrimas ), outras que eu jurava que não ia dar em nada, e DO NADA, a ficha cai e eu percebo que essas me fazem bem.. muito bem. e claro, aquelas que continuam naquelas, sempre vão ser aquilo que nem fede, nem cheira. mas isso é ótimo, pelo menos sempre vão ser em cima do muro, e nada melhor do que ser em cima do muro, não é verdade? ninguém te odeia, ninguém te ama.. tanto faz, afinal.. quem é você?
esse post vai ser bem curto, porque ultimamente tudo o que ando falando as pessoas sentem como se fosse direcionada a elas, se eu entrar em detalhes então.. juro que irão me xingar muito no twitter. queria finalizar falando para as pessoas que pouco me conhecem, ou quem sabe me conheça e esquece disso, não gosto de ser sentimental, sou frio, sem querer sou grosso, brincalhão e muito irônico, e gosto de zuar pra provocar.. sou assim, e sempre serei assim.
ah, e sobre os jogos jurídicos.. eu não lembro.
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